Editorial

Controle orçamentário: 
bom para você e bom para a FRB

Quando fizemos uma campanha de incentivo ao controle do orçamento familiar, estávamos nos comprometendo com a idéia de que não se pode gastar mais do que se recebe. É necessário buscar reduzir os custos, racionalizando as despesas e só fazendo investimentos que tragam benefícios efetivos.

Esse bom senso, útil na sua vida familiar, se aplica também às empresas e ao país. É a única maneira de equilibrar as contas e formar reservas para investir e crescer.

É desta maneira que a Fundação se enxerga a si própria. A FRB conta quase exclusivamente com os recursos provenientes das empresas controladas – em especial da VARIG. Todos os anos, a empresa provê recursos para os serviços que a Fundação presta aos beneficiários. Há ingresso de dinheiro extra dos convênios com outras empresas do grupo, mas são quantias pequenas em comparação com o contrato de prestação de serviços que a FRB tem com a VARIG.

Com esse cenário, a Fundação trabalha prestando toda a gama de serviços que você já conhece. Para isso, todos os setores têm um orçamento a cumprir, dentro dos limites do orçamento total da entidade. Os gerentes trabalham com um cronograma de despesas definido e procuram extrair desses recursos a melhor qualidade de serviços possível pelo menor custo.

Para 1999, foi definida uma meta de redução do orçamento da entidade entre 10% e 15%, sem afetar a qualidade dos serviços, como forma de contribuir para a redução de custos em que a VARIG está engajada. É um esforço que vai ser empreendido por cada setor, por cada gerência e por cada funcionário da Fundação.

A FRB é sensível ao esforço que a VARIG e demais empresas do grupo desenvolvem visando o retorno à rentabilidade. E o “lucro” da entidade – por assim dizer – se manifestará na melhor qualidade de vida de seus beneficiários, que, com o seu trabalho, seu esforço e seu comprometimento com a empresa, irão gerar melhores resultados e, com eles, os dividendos que a FRB canalizará para mais benefícios.


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