1998 foi muito interessante para nós: o processo de desvinculação administrativa da Fundação em relação à VARIG foi completado, os membros do Colégio Deliberante incrementaram sua participação na administração da FRB e as Comissões Regionais intensificaram sua atuação como ouvidoras do filiado e fiscais dos serviços prestados. Sua crescente interação ao Conselho de Curadores demonstra a consolidação deste sistema de governança em seu segundo mandato.
A Fundação tomou uma série de iniciativas em favor dos seus beneficiários, muitas delas invisíveis para quem está de fora. Houve um forte esforço de contenção de custos administrativos a fim de direcionar ao máximo os recursos disponíveis para a prestação dos serviços. Investimos num programa de informatização que vai melhorar o controle e fluxos de informações, para que haja mais tempo e maior precisão no atendimento ao usuários.
Houve um maior esforço de divulgação da instituição junto a seus filiados. O ELOS conquistou seu lugar no coração dos leitores, fizemos dos quadros de aviso um espaço de educação e informação e lançamos este site, que permite também ao público externo conhecer a nossa atuação. Também começamos uma nova pesquisa quanto aos nossos serviços e ao nosso atendimento. Não queremos fazer uma Fundação baseada no “achismo”.
Inauguramos um novo restaurante na Área Industrial do Rio de Janeiro, incrementamos os programas culturais, lançamos uma ampla campanha pelo controle do orçamento doméstico e demonstramos repetidas vezes que é você, filiado cliente e usuário da FRB, que possibilita tudo isso; que tudo o que a Fundação faz é com os frutos do seu trabalho.
Os tempos que vivemos são de tranformações radicais, em que as estratégias têm que ser rapidamente adaptadas, metas têm que ser revistas, processos têm que ser modernizados. No entanto, fundações são entidades diferentes, que existem em função de um objetivo, em nome do qual se administra uma universalidade de bens. É o sistema de gestão do futuro que, para ser bem sucedido, depende mais da motivação e do idealismo das pessoas, e menos dos humores do capital.
Não faltam idealismo e confiança aos funcionários da Fundação, e muito menos aos membros do Colégio Deliberante, das Comissões Regionais e do Conselho de Curadores, que trabalham voluntariamente por uma instituição que se dedica a buscar a felicidade das pessoas.
Poderíamos falar de estratégias, planos imediatos e sonhos para o futuro, mas preferimos falar do que é atemporal: a FRB nasceu para beneficiar os filiados e seus familiares, e nunca irá se desviar desse caminho.
Desejamos que 1999 seja um ano de saúde, realização
e felicidade, para você e para todos os internautas que vierem visitar
a Fundação Ruben Berta.